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9 MEDICAMENTOS QUE ESTÃO DIMINUINDO A SUA TESTOSTERONA

Todas as informações prestadas aqui são para fins de esclarecimento e educação, nunca tome medicamentos ou interrompa um tratamento medicamentoso sem autorização médica.

A taxa do hormônio testosterona circulante no sangue normalmente apresenta um declínio natural no homem por volta dos 30 anos de idade. Esse declínio costuma circula entre 1% a 2% ao ano. Existem alguns outros fatores que podem acentuar essa queda, como o estresse e doenças. Outro fator que afeta a taxa de testosterona em qualquer idade é o uso de alguns medicamentos e anabolizantes.

Esses medicamentos são normalmente os que possuem alguma interação hormonal, afetando a recepção, produção ou conversão de hormônios no corpo. As consequências de ter um nível de testosterona baixo do normal podem incluir baixo libido e diminuição do interesse sexual, disfunção erétil de leve a severa, diminuição dos pelos faciais e corporais, baixa energia, redução do foco mental, depressão, perda de massa magra e ganho de gordura abdominal, dificuldade para ganhar músculos e redução da força, diminuição da densidade óssea que pode levar a osteoporose e diminuição da altura.

MEDICAMENTOS QUE ESTÃO DIMINUINDO A SUA TESTOSTERONA

Os seguintes medicamentos diminuem a produção de testosterona:


1. CORTICOIDES

Corticoide, corticosteroides, cortisona ou cortisol são nomes usados para se referir a um grupo de hormônios esteroides. Esses hormônios são produzidos naturalmente pelo nosso corpo, mas também podem ser obtidos a partir de medicamentos sintéticos.

Esses hormônios desempenham diversas ações dentro do nosso organismo, dentre elas a regulação do metabolismo. Possuem ação anti-inflamatória, e por isso são usados em casos de doenças como alergia, artrite reumatoide, asma, lúpus e em casos de cirurgia para transplante de rim.

Apesar dos corticoides contribuírem para o tratamento de diversas doenças, apresentam riscos principalmente quando o uso é equivocado. Podem provocar diminuição da testosterona plasmática e outros hormônios sexuais, como estrogênios e progesterona no sangue.


2. CETOCONAZOL

Cetoconazol é um medicamento antifúngico, conhecido pelo nome comercial de Nizoral produzido pelo laboratório Medley. Esse medicamento é indicado para tratamento de doenças de pele causadas por fungos ou leveduras, como candidíase oral, vaginal, caspa e micoses na pele. Ele pode ser encontrado na forma de comprimidos, de creme ou de shampoo. A pesar de ser um remédio que só deve ser usado por indicação médica ele pode ser comprado em farmácias livremente.

O cetoconazol na forma comprimidos, usado para o tratamento de infecções causadas por fungos ou leveduras. é o que pode provocar queda na testosterona. Já o cetoconazol creme aplicado na pele não é absorvido e, por isso, não influencia a testosterona, pois não entra na circulação sanguínea.

Entre os efeitos colaterais destacados na bula encontra-se a impotência masculina.


3. ESTEROIDES ANABOLIZANTES

Conhecidos popularmente como bombas, costumam ser utilizados por quem busca melhorar o rendimento esportivo e aumentar a massa muscular (anabolismo). Os esteroides não são substâncias proibidas, mas precisam ser receitados por médicos.

Eles podem ser usados no tratamento de reposição da testosterona em pessoas que não possuem quantidades adequadas desse hormônio. Entretanto se utilizadas por pessoas que apresentam produção normal de testosterona ele pode provocar o efeito oposto, ou seja, provocar a diminuição da produção normal de testosterona pelo corpo.

O uso indiscriminado de esteroides anabolizantes pode provocar no homem, além de outros problemas, a diminuição da produção de esperma, a impotência sexual e ginecomastia (crescimento anormal das mamas em homens).


4. FINASTERIDA

Finasterida é um medicamento que inibe a enzima 5-alfarredutase que converte a testosterona em di-hidrotestosterona (DHT), a principal causa de queda de cabelo masculino. Para o tratamento da calvície é usada em doses baixas e em doses mais altas no tratamento da hiperplasia prostática benigna e câncer de próstata.

Como principais efeitos colaterais são indicados a diminuição da libido e disfunção erétil, além de, entre outros, ejaculação anormal, diminuição do volume do ejaculado, ginecomastia, dor nos testículos e até depressão. Alguns desses efeitos colaterais são relatados mesmo depois de interrompido o tratamento com o finasterida.

MEDICAMENTOS QUE ESTÃO DIMINUINDO A SUA TESTOSTERONA (2)


5. IBUPROFENO

O ibuprofeno é anti-inflamatório do tipo não esteróide, e sua ação se deve à inibição da síntese de prostaglandinas, substâncias que tomam parte nos processos inflamatórios do organismo. Por seu resultado eficaz como analgésico e anti-térmica é o ibuprofeno é amplamente utilizado contra febre, diversas dores, como dores de cabeça, e artrite.

Estudos observaram que o uso regular deste medicamento durante mais de duas semanas diminui a produção de testosterona. Os pesquisadores suspeitam que o uso regular feito por homens por períodos mais longos de tempo pode levar a infertilidade, disfunção erétil e outros problemas de saúde.


6. ESTATINAS

Estatinas são os principais remédios utilizados no tratamento da hipercolesterolemia, ou seja, para baixar o nível alto de colesterol. Assim também é usado na prevenção de enfarte do miocárdio e AVC em doentes de alto risco e no tratamento da hipercolesterolemia familiar.

As estatinas possuem uma estrutura esteroide e inibem a enzima responsável pela formação de colesterol no fígado.

Entre seus efeitos colaterais estão ginecomastia (crescimento mamário masculino causado por desequilíbrio hormonal), perda da líbido e disfunção erétil.


7. RANITIDINA

O cloridrato de ranitidina é utilizada no tratamento de úlcera no duodeno ou estômago e para o tratamento de refluxo, excesso de ácido no estômago, indigestão ou azia.

Dentre os efeitos colaterais do uso desse medicamento estão a queda de cabelo, impotência e alterações nas mamas (como ginecomastia e galactorreia).


8. METFORMINA

Metformina é um medicamento antidiabético utilizado para o tratamento da diabetes do tipo I dependente de insulina e diabetes tipo II não dependente de insulina, sozinho ou em cominação com outros medicamentos. O seu princípio ativo é composto capaz de reduzir os níveis de açúcar no sangue.

Estudos demonstram que os nível de testosterona são reduzidos em homens com diabetes que utilizam o metformina como parte do seu tratamento.


9. OUTRAS DROGAS

Para não diminuir o nível natural de testosterona circulante deve-se também evitar o excesso de álcool e outras drogas.

É amplamente sabido no meio médico que tanto a maconha quanto a cocaína também estão associadas a diminuição da produção natural do hormônio testosterona circulante no sangue e até a diminuição na taxa de espermatozoides.

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A MELHOR MANEIRA DE DEIXAR SEU PÊNIS MAIOR


Embora exista no mercado uma infinidade de cremes para aumento do pênis, pílulas e procedimentos que prometem aumentar o tamanho do pênis de um homem, e até mesmo uma série de técnicas e exercícios compartilhados entre os homens para esse fim, a verdade é que não existe nenhuma maneira cientificamente comprovada para aumentar o tamanho do pênis. 

Entretanto existe uma maneira muito eficaz de fazer com com o pênis fique mais exposto, "para fora", deixando ele visivelmente maior. E é simplesmente perder peso. 

Grande parte da gordura abdominal e da região do pubis pode cobrir a base do pênis e realmente fazer com que pareça menor. Perder gordura da barriga e cochas vai fazer com que seu seu pênis pareça maior em tamanho ao revelar a aparte dele que nesse momento pode estar escondida sob a gordura.

Uma parte significativa dos casos de desfunção erétil também se dá devido a problemas cardíacos, causados pelo sedentarismo e excesso de peso. 

Num mundo em que os porcentuais de gordura da população aumenta a cada ano, esse pode ser uma técnica viável pra muitas pessoas. A pesquisa Vigitel 2014 revelou que os 56,5% dos homens brasileiros estão acima do peso e que 17,9% são classificados como obesos. A maioria das pessoas acima do peso estão na faixa de idade entre 45 e 64 anos (61%), mas os jovens com idade entre 18 a 24 anos registram 38%. 

A Psychology Today sugere para um aumento visual do pênis perder a barriga, fazendo exercícios e comer menos carne e queijo, e mais alimentos de origem vegetal para perder o peso. 

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TAMANHO DO PÊNIS DE CRIANÇAS, ADOLESCENTES E ADULTOS BRASILEIROS


Foi apresentado anteriormente as médias de tamanho do pênis de crianças e adolescentes brasileiros. Agora vou apresentar o desvio padrão.

Desvio padrão nada mais é, nesse caso, do que a faixa de tamanhos para o pênis, em cada idade, que é que o pênis é considerado de tamanho padrão. 

Reparem que eu usei a palavra “padrão” e não “normal”. Isso pois a normalidade é uma questão mais delicada. O que apresento aqui, com esses dados, são só a faixa de tamanhos médios da população brasileira, separada pela idade. O que nãos significa de modo algum que um pênis fora desse padrão não seja normal. 


Desvio padrão do tamanho dos pênis do brasileiro


Idade
Desvio padrão (cm)
Mínimo
Máximo
0 a 12 meses
3,9
5,5
1 ano
4,3
5,9
2 anos
4,7
6,3
3 anos
5,2
7,0
4 anos
5,4
7,2
5 anos
5,8
7,6
6 anos
5,8
7,6
7 anos
5,9
7,9
8 anos
6,0
8,0
9 anos
6,0
8,0
10 anos
6,3
8,5
11 anos
6,6
9,0
12 anos
7,4
9,8
13 anos
8,9
11,3
14 anos
10,2
12,8
15 anos
11,4
14,4
16 anos
11,8
14,8
17 anos
12,7
15,9
18 anos
12,9
16,1

Meu tamanho do meu pênis está fora do desvio padrão. E ai? 


Se o tamanho do seu pênis não está dentro do desvio padrão, não há nada com que se preocupar. Essas são apenas dados da média da população brasileira, mas não é uma regra rígida que diz que que tudo fora disso é anormal. 

O tamanho do seu pênis tem um tamanho maior ou menor do que o desvio padrão, não importa, especialmente para aqueles que ainda não atingiram a plena maturação sexual. Ou seja ainda está na puberdade, com o desenvolvimento do corpo ainda acontecendo. 

Mas existem sim, casos especiais em que é preciso ajuda médica por conta do tamanho do pênis. Esses casos, são chamados de micropênis. São pênis que por serem exatissimamente pequenos podem causar alguns problemas para o homem. Mais isso é assunto pra outro post. 

Em breve um post sobre o tamanho do pênis em relação a maturação sexual. 



Referência: Gabrich PN, Vasconcelos JS, Damião R, da Silva EA. Penile anthropometry in Brazilian child and adolescent. J Pediatr (Rio J). 2007; 83(5):441-446.

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QUAL A MÉDIA DE TAMANHO DO PÊNIS DOS BRASILEIROS?

Provavelmente você já deve ter tido a curiosidade de saber qual o tamanho médio dos pênis no Brasil. Mais especificamente se seu pênis está dentro ou fora dessa média. Eu me refiro ao Brasil especificamente, e não ao mundo, pois existem várias coisas para se deve ter em mente quanto ao tamanho do pênis, mas uma das mais importantes é em relação à população que você está analisando.

Se você é brasileiro, descente de brasileiros ou vive no Brasil é importante levar em conta a média do pênis especificamente dos brasileiros, pois já está comprovado que o tamanho médio dos pênis varia entre as populações dos diferentes países. Isso significa que adianta muita coisa você saber que seu pênis é maior que a média da Coreia se você é um brasileiro, resultado de uma mistura de raças.

É muito normal ter essa dúvida, já que esse tipo de informação não é amplamente divulgada e muito pouso se fala na grande mídia sobre o assunto, deixando espaço para a criação uma série de crenças e mitos, na sua grande maioria enganosos. Além disso, a maioria dos homens não tem boas referências sobre outros pênis. Em alguns casos o homem pode ter visto o pênis do pai e irmãos ou mesmo outros parentes. Mas a grande maioria possui como modelo de tamanho de pênis os atores pornôs, o que não é de jeito nenhum um bom parâmetro para ser usado.

Atores de filmes pornográficos são escolhidos justamente por estarem fora da média com seus atributos. A maioria tem comprimentos que os classificam como pênis muito grande e alguns até possuem macropênis, que são os pênis considerados muito mais do que meramente acima da média, mas como pênis gigantes.

Por isso precisamos procurar fontes confiáveis sobre o assunto e que nos forneçam mais do que apenas informações visuais de indivíduos selecionados e que proporcionam uma percepção enganosa da realidade. Para isso a melhor fonte de informações são os artigos científicos, escritos com base em estudos feitos de forma criteriosa e padronizada, com uma grande amostra de indivíduos selecionados aleatoriamente na população e que nos dão inúmeras informações confiáveis e importantes.

Estudos brasileiros sobre o tamanho o pênis

Como eu disse é muito importante que se tome como média a população em que se está inserido. Logo, a é preciso buscar essas informações em estudos brasileiros. Existem diversos estudos sobre o tamanho do pênis pelo mundo, mas muitos poucos no Brasil. Entretanto, por sorte, existe um estudo publicado em 2007 que se propõem justamente como referência pra medidas do comprimento peniano de crianças e adolescentes brasileiros. Então foi esse estudos escolhido como base para elaboração desse artigo (referência no fim do post).

O interessante desse estudo é que além de dar a media dos adultos ele mostra as médias em cada idade, mostrando o progresso ao longo do desenvolvimento do individuo. Assim é possível acompanhar o crescimento desde o nascimento até os 18 anos, que é quando a maturação sexual normalmente atinge seu fim e o pênis para de crescer. 

Nesse estudo os pesquisadores não separaram por raças ou cores os jovens usados para fazer as medidas, “devido às diferentes etnias da população brasileira e de não termos padrões de raça claramente estabelecidos no Brasil”. Isso faz todo o sentido, já que somos tão miscigenados que muitas pessoas têm dificuldade na hora de se definir-se em uma raça ou cor.


O que foi avaliado no estudo sobre o comprimento do pênis

Indo pra a parte que mais interessa do estudo, os tamanhos médios do pênis, temos dois parâmetros usados pelo estudo. O primeiro é a idade e o segundo a maturação sexual.

Você já deve ter notado que nem todas as pessoas “ficam velhas” a mesma idade. Cada pessoa tem seu próprio relógio biológico, que pode estar adiantado ou atrasado em relação a de outras pessoas. Assim, dois adolescentes da mesma idade não necessariamente estão no mesmo estágio da maturação sexual. Essa diferença nesse estágio de maturação provocava uma grande diferença no comprimento do pênis, pois quanto mais avançado na maturação mais próximo o indivíduo estará de atingir o comprimento final do pênis que ele terá quando adulto.

Por isso é essencial levar em conta não apenas a idade, mas também a maturação sexual, pra avaliar a média do tamanho do pênis. Entretanto, pela maturação sexual ser um assunto muito complexo, nesse artigo trataremos apenas da idade e em outra oportunidade nos aprofundaremos na maturação.


A média de tamanho do pênis em crianças adolescentes brasileiros

Aqui estão apresentados os tamanhos do pênis dos brasileiros relacionados com a idade. Um futuro post falará sobre o tamanho do pênis do brasileiro com relação a maturação sexual.

Optamos por apresentar aqui apenas a média geral. Médias são números que mostram onde se concentram os dados da amostra. Podemos considerar que é o tamanho que aparece com mais frequência, ou seja, o tamanho do pênis da maioria dos homens brasileiros.


Idade
Média
0 a 12 meses
4,7 cm
1 ano
5,1 cm
2 anos
5,5 cm
3 anos
6,1 cm
4 anos
6,3 cm
5 anos
6,7 cm
6 anos
6,7 cm
7 anos
6,9 cm
8 anos
7,0 cm
9 anos
7,0 cm
10 anos
7,4 cm
11 anos
7,8 cm
12 anos
8,6 cm
13 anos
10,1 cm
14 anos
11,5 cm
15 anos
12,9 cm
16 anos
13,3 cm
17 anos
14,3 cm
18 anos
14,5 cm

Considerações

Lembre-se que essas medidas são médias. Dentro dessas médias existe mais uma medida chamada de desvio padrão. O desvio padrão, nesse caso, vai representar as medidas máximas e mínimas consideradas dentro do “normal” para cada idade. Existe aqui um post com os valores do desvio padrão do tamanho do pênis para cada idade.

Se quiser saber mais leia também sobre os fatores que determinam o tamanho e a aparência do pênis e como medir o tamanho pênis.


Referência: Gabrich PN, Vasconcelos JS, Damião R, da Silva EA. Penile anthropometry in Brazilian child and adolescent. J Pediatr (Rio J). 2007; 83(5):441-446.


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