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9 MEDICAMENTOS QUE ESTÃO DIMINUINDO A SUA TESTOSTERONA

Todas as informações prestadas aqui são para fins de esclarecimento e educação, nunca tome medicamentos ou interrompa um tratamento medicamentoso sem autorização médica.

A taxa do hormônio testosterona circulante no sangue normalmente apresenta um declínio natural no homem por volta dos 30 anos de idade. Esse declínio costuma circula entre 1% a 2% ao ano. Existem alguns outros fatores que podem acentuar essa queda, como o estresse e doenças. Outro fator que afeta a taxa de testosterona em qualquer idade é o uso de alguns medicamentos e anabolizantes.

Esses medicamentos são normalmente os que possuem alguma interação hormonal, afetando a recepção, produção ou conversão de hormônios no corpo. As consequências de ter um nível de testosterona baixo do normal podem incluir baixo libido e diminuição do interesse sexual, disfunção erétil de leve a severa, diminuição dos pelos faciais e corporais, baixa energia, redução do foco mental, depressão, perda de massa magra e ganho de gordura abdominal, dificuldade para ganhar músculos e redução da força, diminuição da densidade óssea que pode levar a osteoporose e diminuição da altura.

MEDICAMENTOS QUE ESTÃO DIMINUINDO A SUA TESTOSTERONA

Os seguintes medicamentos diminuem a produção de testosterona:


1. CORTICOIDES

Corticoide, corticosteroides, cortisona ou cortisol são nomes usados para se referir a um grupo de hormônios esteroides. Esses hormônios são produzidos naturalmente pelo nosso corpo, mas também podem ser obtidos a partir de medicamentos sintéticos.

Esses hormônios desempenham diversas ações dentro do nosso organismo, dentre elas a regulação do metabolismo. Possuem ação anti-inflamatória, e por isso são usados em casos de doenças como alergia, artrite reumatoide, asma, lúpus e em casos de cirurgia para transplante de rim.

Apesar dos corticoides contribuírem para o tratamento de diversas doenças, apresentam riscos principalmente quando o uso é equivocado. Podem provocar diminuição da testosterona plasmática e outros hormônios sexuais, como estrogênios e progesterona no sangue.


2. CETOCONAZOL

Cetoconazol é um medicamento antifúngico, conhecido pelo nome comercial de Nizoral produzido pelo laboratório Medley. Esse medicamento é indicado para tratamento de doenças de pele causadas por fungos ou leveduras, como candidíase oral, vaginal, caspa e micoses na pele. Ele pode ser encontrado na forma de comprimidos, de creme ou de shampoo. A pesar de ser um remédio que só deve ser usado por indicação médica ele pode ser comprado em farmácias livremente.

O cetoconazol na forma comprimidos, usado para o tratamento de infecções causadas por fungos ou leveduras. é o que pode provocar queda na testosterona. Já o cetoconazol creme aplicado na pele não é absorvido e, por isso, não influencia a testosterona, pois não entra na circulação sanguínea.

Entre os efeitos colaterais destacados na bula encontra-se a impotência masculina.


3. ESTEROIDES ANABOLIZANTES

Conhecidos popularmente como bombas, costumam ser utilizados por quem busca melhorar o rendimento esportivo e aumentar a massa muscular (anabolismo). Os esteroides não são substâncias proibidas, mas precisam ser receitados por médicos.

Eles podem ser usados no tratamento de reposição da testosterona em pessoas que não possuem quantidades adequadas desse hormônio. Entretanto se utilizadas por pessoas que apresentam produção normal de testosterona ele pode provocar o efeito oposto, ou seja, provocar a diminuição da produção normal de testosterona pelo corpo.

O uso indiscriminado de esteroides anabolizantes pode provocar no homem, além de outros problemas, a diminuição da produção de esperma, a impotência sexual e ginecomastia (crescimento anormal das mamas em homens).


4. FINASTERIDA

Finasterida é um medicamento que inibe a enzima 5-alfarredutase que converte a testosterona em di-hidrotestosterona (DHT), a principal causa de queda de cabelo masculino. Para o tratamento da calvície é usada em doses baixas e em doses mais altas no tratamento da hiperplasia prostática benigna e câncer de próstata.

Como principais efeitos colaterais são indicados a diminuição da libido e disfunção erétil, além de, entre outros, ejaculação anormal, diminuição do volume do ejaculado, ginecomastia, dor nos testículos e até depressão. Alguns desses efeitos colaterais são relatados mesmo depois de interrompido o tratamento com o finasterida.

MEDICAMENTOS QUE ESTÃO DIMINUINDO A SUA TESTOSTERONA (2)


5. IBUPROFENO

O ibuprofeno é anti-inflamatório do tipo não esteróide, e sua ação se deve à inibição da síntese de prostaglandinas, substâncias que tomam parte nos processos inflamatórios do organismo. Por seu resultado eficaz como analgésico e anti-térmica é o ibuprofeno é amplamente utilizado contra febre, diversas dores, como dores de cabeça, e artrite.

Estudos observaram que o uso regular deste medicamento durante mais de duas semanas diminui a produção de testosterona. Os pesquisadores suspeitam que o uso regular feito por homens por períodos mais longos de tempo pode levar a infertilidade, disfunção erétil e outros problemas de saúde.


6. ESTATINAS

Estatinas são os principais remédios utilizados no tratamento da hipercolesterolemia, ou seja, para baixar o nível alto de colesterol. Assim também é usado na prevenção de enfarte do miocárdio e AVC em doentes de alto risco e no tratamento da hipercolesterolemia familiar.

As estatinas possuem uma estrutura esteroide e inibem a enzima responsável pela formação de colesterol no fígado.

Entre seus efeitos colaterais estão ginecomastia (crescimento mamário masculino causado por desequilíbrio hormonal), perda da líbido e disfunção erétil.


7. RANITIDINA

O cloridrato de ranitidina é utilizada no tratamento de úlcera no duodeno ou estômago e para o tratamento de refluxo, excesso de ácido no estômago, indigestão ou azia.

Dentre os efeitos colaterais do uso desse medicamento estão a queda de cabelo, impotência e alterações nas mamas (como ginecomastia e galactorreia).


8. METFORMINA

Metformina é um medicamento antidiabético utilizado para o tratamento da diabetes do tipo I dependente de insulina e diabetes tipo II não dependente de insulina, sozinho ou em cominação com outros medicamentos. O seu princípio ativo é composto capaz de reduzir os níveis de açúcar no sangue.

Estudos demonstram que os nível de testosterona são reduzidos em homens com diabetes que utilizam o metformina como parte do seu tratamento.


9. OUTRAS DROGAS

Para não diminuir o nível natural de testosterona circulante deve-se também evitar o excesso de álcool e outras drogas.

É amplamente sabido no meio médico que tanto a maconha quanto a cocaína também estão associadas a diminuição da produção natural do hormônio testosterona circulante no sangue e até a diminuição na taxa de espermatozoides.

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VÍCIO EM PORNOGRAFIA

A masturbação e a pornografia têm historicamente recebido bastante atenção nos círculos religiosos e espirituais. Entretanto muitos religiosos, ao tratar de ponografia e masturbação têm espalhado desinformação e preconceito, fixando várias crenças enganosas e tabus.

No meio científico já é consenso há alguns anos que a masturbação não causa nenhum problema seja físico ou psicológico. Entretanto o mesmo não pode ser dito da pornografia.

Recentemente foi observado um cresce caso de impotência entre homens jovens e mesmo frigidez em mulheres jovens. Pessoas sem nenhum problema de saúde aparente. Além de disfunção erétil muitos sentiam problemas psicológicas como ansiedade, falta de energia e motivação para estudar e trabalhar, falta de confiança, ansiedade social, etc.

Essas pessoas, ao largar a pornografia, observaram uma significativa melhora na qualidade de vida e no desempenho sexual. Suas ereções voltam, sentiam mais prazer em ter contado com o(a) parceira(a), sua energia voltou e isso acabava por influências também outras áreas da vida. Tudo isso simplesmente por largar a pornografia.

Foi aí que começaram a fazer pesquisas sobre a relação do vício em pornografia com os problemas dos jovens e então foi possível fazer uma associação entre um sistema básico do cérebro humano e o ato de ver pornografia.

Acontece que nosso cérebro não evoluiu pra lidar com tantos estímulos sexuais como a pornografia na época de internet banda larga é capaz de proporcionar. Em algumas horas uma pessoa é capaz de ter mais estímulos sexuais do que um homem de uma época pré-internet seria capaz de ter na vida.

O resultado dessa sobrecarga de estímulos é que o cérebro passa a não achar uma pessoa real tão excitante quanto as várias que você pode ver em pouco tempo na tela de computador ou celular. É como ensinar para o seu cérebro que o sexo real é "ver" e não "fazer".

Isso, é claro, não acontece com todo mundo que vê pornografia. Está mais associado a quanto de pornografia a pessoa vê, e por quanto tempo. O mais comum é acontecer com pessoas que começam a ver pornografia desde cedo, passando longo anos vendo pornografia regularmente e quando finalmente tem um contato sexual real percebem que não conseguem ter uma ereção. Mas também pode ocorrer com pessoas mais velhas que se expõem a longos períodos vendo pornografia.


Dr. Gary Wilson, neurocientista especialista em vício em pornografia, em entrevista à Private Matters (legendado).


O neurocientista Gary Wilson, se tornou hoje a maior autoridade quando se trata de vício em pornografia, é também o maior divulgador das recentes descobertas científicas sobre o assunto. Seu site YourBrainOnPorn é a maior se tornou a maior referência mundial sobre o tema do vício em pornografia.

Na entrevista acima ele esclarece várias aspectos importantes que caracterizam o vício em pornografia. Também em uma palestra para o TEDx o Dr. Wilson apresenta de uma forma geral os principais características do vício, suas consequências e como as bases da cura.

Infelizmente quase a totalidade do material que existe hoje sobre o vício em pornografia e como para com o vício, como o livro do Dr. Wilson, está em inglês. Entretanto existe uma alternativa em português pra quem precisa de ajuda para superar o vício. É o e-book Vício em Pornografia Como Parar.


mocjup2-Cópia

Eu já li o material e recomendo fortemente. É um ebook que desmistifica os vários mal entendidos e questões mal explicadas sobre o vício em pornografia e tudo embasado nas mais recentes pesquisas cientificas. Traz também todo o conhecimento e as ferramentas que você precisa pra superar o vício e vários exemplos de como as pessoas estão atualmente lidando com o vício e como conseguiram superar o problema. Embora o ebook seja pago, vale muito a pena se você precisa dessa ajuda.


Você pode saber mais sobre o conteúdo do ebook aqui ou clicando na foto acima.

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COMO PREVER O TAMANHO DE UM PÊNIS?


Ao redor do mundo existem muitas crenças de que é possível relacionar o tamanho do pênis com alguma outra característica que fique menos invisível aos olhos de um observador causal.

Algumas das crenças mais comuns são a de que o tamanho do pênis está relacionado ao tamanho do pé ou ao tamanho da mão, a altura, tamanho da bunda, grossura dos lábios.

Para testar essas crenças alguns cientistas têm tentado relacionar o tamanho do pênis de homens ao tamanho de seus pés, narizes, polegares, orelhas e dedos indicadores.

Em 2006 um estudo publicado no West African Journal of Medicine testou a crença popular na Nigéria, especialmente entre a tribo Igbo, que o tamanho do pênis de um homem pode ser previsto por seu físico e o tamanho de suas nádegas, com os homens de físico pequeno e nádegas planas com pênis maiores.

O que eles descobriram, no entanto, foi o oposto: homens com nádegas maiores tem mais chance de ter um comprimento maior do pênis do que homens de nádegas pequenas e que o físico do homem não tem relação com o tamanho do seu pênis. (Curiosidade: os pênis dos 115 homens pesquisados obtiveram média de 13,37 cm, com pênis que iam de 7,5 cm até 19,5 cm.)

Uma revisão publicada em 2015 na revista BJU International combinou dados de 20 estudos diferentes sobre o tamanho do pênis, que atendiam um conjunto de critérios estabelecidos para garantir a qualidade dos resultados. Um dos resultados obtidos nessa análise foi que de todas as correlações entre o tamanho do pênis e outra característica, a mais consistente foi entre a relação entre a altura do homem e comprimento do seu pênis ereto ou comprimento flácido esticado (que são análogas), indicando uma possível relação entre as duas características.

É até intuitivo pensar que o tamanho de uma pessoa vai influenciar no tamanho dos outros órgãos. Porém há inúmeras exceções, o que faz com que devamos ter cuidado com essa correlação entre as medidas. Algumas síndromes e a própria variação de características na população podem deixar o pênis menor ou maior do que a média sem, no entanto, afetar o tamanho do homem ou o tamanho de suas nádegas.

Outros estudos analisados na revisão também tentavam correlacionar características com o tamanho do pênis, como tamanho dos testículos, o IMC, tamanho do pé, comprimento do dedo indicador. Entretanto nenhuma relação entre essas características foi observada. Os autores também não acharam nenhuma relação entre diferenças raciais e tamanho do pênis. 

A conclusão de tudo isso é que não é possível prever o tamanho do pênis sem efetivamente olhar para o pênis e medi-lo. Mas você pode ter uma ideia vaga pela altura da pessoa (e talvez pelo tamanho da bunda, mas essa pesquisa foi feita com uma amostra pequena da população da Nigéria, logo é preciso ter cuidados com conclusões).

Se ainda assim você não ficou satisfeito, pode tentar aumentar o pênis de uma maneira saudável e sem cirurgia.


Referências:


http://www.ajol.info/index.php/wajm/article/view/28282

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/bju.13010/epdf

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A MELHOR MANEIRA DE DEIXAR SEU PÊNIS MAIOR


Embora exista no mercado uma infinidade de cremes para aumento do pênis, pílulas e procedimentos que prometem aumentar o tamanho do pênis de um homem, e até mesmo uma série de técnicas e exercícios compartilhados entre os homens para esse fim, a verdade é que não existe nenhuma maneira cientificamente comprovada para aumentar o tamanho do pênis. 

Entretanto existe uma maneira muito eficaz de fazer com com o pênis fique mais exposto, "para fora", deixando ele visivelmente maior. E é simplesmente perder peso. 

Grande parte da gordura abdominal e da região do pubis pode cobrir a base do pênis e realmente fazer com que pareça menor. Perder gordura da barriga e cochas vai fazer com que seu seu pênis pareça maior em tamanho ao revelar a aparte dele que nesse momento pode estar escondida sob a gordura.

Uma parte significativa dos casos de desfunção erétil também se dá devido a problemas cardíacos, causados pelo sedentarismo e excesso de peso. 

Num mundo em que os porcentuais de gordura da população aumenta a cada ano, esse pode ser uma técnica viável pra muitas pessoas. A pesquisa Vigitel 2014 revelou que os 56,5% dos homens brasileiros estão acima do peso e que 17,9% são classificados como obesos. A maioria das pessoas acima do peso estão na faixa de idade entre 45 e 64 anos (61%), mas os jovens com idade entre 18 a 24 anos registram 38%. 

A Psychology Today sugere para um aumento visual do pênis perder a barriga, fazendo exercícios e comer menos carne e queijo, e mais alimentos de origem vegetal para perder o peso. 

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MAPA DOS TAMANHOS DE PENIS AO REDOR DO MUNDO

Com base em dados publicados em artigos científicos e em pesquisas com homens feitas pela internet, um usuário criou um mapa que revela qual o tamanho médio dos pênis em vários países. 

Tamanho médio de pênis ao redor do mundo
Os países em cinza não apresentam dados. Clique na imagem para ampliar
Reprodução/Targetmap

Pelo mapa é possível observar que os países mais "bem dotados", ou seja, com média do tamanho do pênis maior que 16,10 cm, ficam nos continentes da Africa (Congo, Camarão e Gana), America do Sul (Venezuela, Colômbia e Equador) e America Central (Panamá).

O Brasil fica, segundo esse mapa, na faixa de pênis entre 14,88 e 16,09 cm, acima dos norte americanos e a maioria dos países europeus, que têm entre 13,48 e 14,84 cm.

O país com a maior média de pênis é o Congo, na África, com 17,93 cm, e o com a menor média é o Nepal, na Ásia, com 9.3 cm.

Você pode explorar melhor o mapa e ver os dados detalhados para cada país neste site.

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GUIA DO DESENVOLVIMENTO MASCULINO PENIANO


Já dei minha opinião sobre esse Guia Para Aumento do Tamanho do Pênis, que você pode ler no Quarto Fechado. Depois de eu postar a minha crítica algumas pessoas me pediram o texto. Na época tinha perdido ele, mas achei novamente e agora publico ele aqui para download. 

Esse Guia apresenta algumas das técnicas de Faloculturismo, como aquecimento, extensores, Jelq arábico, exercícios para os músculos do PC e treinamento, além de outros temas como controle da ejaculação precoce, aumento do volume da ejaculação, massagens nos testículos, vitaminas, ervas e suplementos.

O Guia do Desenvolvimento Masculino Peniano tem no total 33 páginas em formato PDF e autor desconhecido. O site Manual do Pênis não se responsabiliza por nenhum dano causado pelas informações contidas no Guia do Desenvolvimento Masculino Peniano, uma vez que não produziu ou concorda com tudo apresentado. Esse foi disponibilizado para download como forma de disseminar conhecimento e contribuir para o debate de temas relacionados à saúde sexual do homem e o do pênis. 

Para baixar o Guia do Desenvolvimento Masculino Peniano - Edição 2003 use o link: 


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O GRANDE EXPERIMENTO PORNÔ, POR GARY WILSON


O neurocientista Gary Wilson pode hoje ser considerado a maior autoridade que existe hoje quando o tema é vício em pornografia. Na palestra a seguir ele expõem como a ponografia aliada a internet rápida disponível atualmente está afetando pessoas em todo o mundo, principalmente os jovens que já nasceram com essa tecnologia disponível. Longe de tratar o tema sob uma ótica religiosa, Wilson fala sobre o vício em pornografia de forma bastante precisa e apresentando alguns estudos feitos ao redor do mundo sobre o tema. 

Como todos os vícios, o vício em pornografia traz várias consequências negativas para a vida das pessoas afetadas, como TDAD (Transtorno do Déficit de Atenção), ansiedade social, depressão e problemas de concentração. Mas a principal consequência observada em quem está viciado em pornografia é a disfunção erétil, que é observada mesmo em pessoas jovens e fisicamente saldáveis.

Wilson também traz luz ao tema ao apresentar uma breve introdução de como as pessoas estão conseguindo superar esse vício. 




Para ativar as legendas, clique no ícone correspondente no canto inferior direito do vídeo. 

Você também pode ler aqui a transcrição da palestra em inglês.

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TAMANHO DO PÊNIS DE CRIANÇAS, ADOLESCENTES E ADULTOS BRASILEIROS


Foi apresentado anteriormente as médias de tamanho do pênis de crianças e adolescentes brasileiros. Agora vou apresentar o desvio padrão.

Desvio padrão nada mais é, nesse caso, do que a faixa de tamanhos para o pênis, em cada idade, que é que o pênis é considerado de tamanho padrão. 

Reparem que eu usei a palavra “padrão” e não “normal”. Isso pois a normalidade é uma questão mais delicada. O que apresento aqui, com esses dados, são só a faixa de tamanhos médios da população brasileira, separada pela idade. O que nãos significa de modo algum que um pênis fora desse padrão não seja normal. 


Desvio padrão do tamanho dos pênis do brasileiro


Idade
Desvio padrão (cm)
Mínimo
Máximo
0 a 12 meses
3,9
5,5
1 ano
4,3
5,9
2 anos
4,7
6,3
3 anos
5,2
7,0
4 anos
5,4
7,2
5 anos
5,8
7,6
6 anos
5,8
7,6
7 anos
5,9
7,9
8 anos
6,0
8,0
9 anos
6,0
8,0
10 anos
6,3
8,5
11 anos
6,6
9,0
12 anos
7,4
9,8
13 anos
8,9
11,3
14 anos
10,2
12,8
15 anos
11,4
14,4
16 anos
11,8
14,8
17 anos
12,7
15,9
18 anos
12,9
16,1

Meu tamanho do meu pênis está fora do desvio padrão. E ai? 


Se o tamanho do seu pênis não está dentro do desvio padrão, não há nada com que se preocupar. Essas são apenas dados da média da população brasileira, mas não é uma regra rígida que diz que que tudo fora disso é anormal. 

O tamanho do seu pênis tem um tamanho maior ou menor do que o desvio padrão, não importa, especialmente para aqueles que ainda não atingiram a plena maturação sexual. Ou seja ainda está na puberdade, com o desenvolvimento do corpo ainda acontecendo. 

Mas existem sim, casos especiais em que é preciso ajuda médica por conta do tamanho do pênis. Esses casos, são chamados de micropênis. São pênis que por serem exatissimamente pequenos podem causar alguns problemas para o homem. Mais isso é assunto pra outro post. 

Em breve um post sobre o tamanho do pênis em relação a maturação sexual. 



Referência: Gabrich PN, Vasconcelos JS, Damião R, da Silva EA. Penile anthropometry in Brazilian child and adolescent. J Pediatr (Rio J). 2007; 83(5):441-446.

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COMO SÃO FEITOS OS ESTUDOS CIENTÍFICOS SOBRE O PÊNIS


Você já deve ter visto algumas médias de tamanhos de pênis por ai. Mas você tem ideia de como surgem esses dados? 


Como são feitos os estudos sobre o pênis

Muitos desses estudos são feitos com base em entrevistas, onde a própria pessoa informa o tamanho do pênis. Isso acontece devido às várias complicações de se fazer um paciente ter uma ereção num consultório, que vai desde o procedimento em si até as questões éticas (um conselho de ética normal dificilmente aprovaria isso). 

Outra abordagem pra esses estudos é medir o comprimento do pênis flácido totalmente puxado. Essa medida está correlacionada ao tamanho dele ereto, ou seja, acredita-se o pênis totalmente esticado e ele ereto tenham o mesmo tamanho. 


Quais medidas são feitas

Também existem vários parâmetros para medir o pênis. Normalmente são duas medidas principais: o tamanho aparente e o tamanho real. O tamanho aparente é obviamente o tamanho que você consegue ver. Tamanho real inclui aquela parte do pênis que fica escondida sob a gordura/pele na base do pênis. 

Mais uma coisa que se leva em conta é a diferença do pênis ereto e flácido. O pênis flácido apresenta uma variação muito grande de tamanhos na população. E também na mesma pessoa, pois o tamanho do pênis flácido é influenciado pelo clima e outros fatores. E nem sempre o tamanho flácido reflete o tamanho ereto, pois o pênis aumenta muito de volume depois de ereto. 

Leva-se também em consideração a circunferência do pênis, ou seja, a sua grossura. Normalmente, para padronizar as coisas, essa medida é tirada da base do pênis. 

Dito tudo isso talvez você agora queira saber como medir seu pênis.

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QUAL A MÉDIA DE TAMANHO DO PÊNIS DOS BRASILEIROS?

Provavelmente você já deve ter tido a curiosidade de saber qual o tamanho médio dos pênis no Brasil. Mais especificamente se seu pênis está dentro ou fora dessa média. Eu me refiro ao Brasil especificamente, e não ao mundo, pois existem várias coisas para se deve ter em mente quanto ao tamanho do pênis, mas uma das mais importantes é em relação à população que você está analisando.

Se você é brasileiro, descente de brasileiros ou vive no Brasil é importante levar em conta a média do pênis especificamente dos brasileiros, pois já está comprovado que o tamanho médio dos pênis varia entre as populações dos diferentes países. Isso significa que adianta muita coisa você saber que seu pênis é maior que a média da Coreia se você é um brasileiro, resultado de uma mistura de raças.

É muito normal ter essa dúvida, já que esse tipo de informação não é amplamente divulgada e muito pouso se fala na grande mídia sobre o assunto, deixando espaço para a criação uma série de crenças e mitos, na sua grande maioria enganosos. Além disso, a maioria dos homens não tem boas referências sobre outros pênis. Em alguns casos o homem pode ter visto o pênis do pai e irmãos ou mesmo outros parentes. Mas a grande maioria possui como modelo de tamanho de pênis os atores pornôs, o que não é de jeito nenhum um bom parâmetro para ser usado.

Atores de filmes pornográficos são escolhidos justamente por estarem fora da média com seus atributos. A maioria tem comprimentos que os classificam como pênis muito grande e alguns até possuem macropênis, que são os pênis considerados muito mais do que meramente acima da média, mas como pênis gigantes.

Por isso precisamos procurar fontes confiáveis sobre o assunto e que nos forneçam mais do que apenas informações visuais de indivíduos selecionados e que proporcionam uma percepção enganosa da realidade. Para isso a melhor fonte de informações são os artigos científicos, escritos com base em estudos feitos de forma criteriosa e padronizada, com uma grande amostra de indivíduos selecionados aleatoriamente na população e que nos dão inúmeras informações confiáveis e importantes.

Estudos brasileiros sobre o tamanho o pênis

Como eu disse é muito importante que se tome como média a população em que se está inserido. Logo, a é preciso buscar essas informações em estudos brasileiros. Existem diversos estudos sobre o tamanho do pênis pelo mundo, mas muitos poucos no Brasil. Entretanto, por sorte, existe um estudo publicado em 2007 que se propõem justamente como referência pra medidas do comprimento peniano de crianças e adolescentes brasileiros. Então foi esse estudos escolhido como base para elaboração desse artigo (referência no fim do post).

O interessante desse estudo é que além de dar a media dos adultos ele mostra as médias em cada idade, mostrando o progresso ao longo do desenvolvimento do individuo. Assim é possível acompanhar o crescimento desde o nascimento até os 18 anos, que é quando a maturação sexual normalmente atinge seu fim e o pênis para de crescer. 

Nesse estudo os pesquisadores não separaram por raças ou cores os jovens usados para fazer as medidas, “devido às diferentes etnias da população brasileira e de não termos padrões de raça claramente estabelecidos no Brasil”. Isso faz todo o sentido, já que somos tão miscigenados que muitas pessoas têm dificuldade na hora de se definir-se em uma raça ou cor.


O que foi avaliado no estudo sobre o comprimento do pênis

Indo pra a parte que mais interessa do estudo, os tamanhos médios do pênis, temos dois parâmetros usados pelo estudo. O primeiro é a idade e o segundo a maturação sexual.

Você já deve ter notado que nem todas as pessoas “ficam velhas” a mesma idade. Cada pessoa tem seu próprio relógio biológico, que pode estar adiantado ou atrasado em relação a de outras pessoas. Assim, dois adolescentes da mesma idade não necessariamente estão no mesmo estágio da maturação sexual. Essa diferença nesse estágio de maturação provocava uma grande diferença no comprimento do pênis, pois quanto mais avançado na maturação mais próximo o indivíduo estará de atingir o comprimento final do pênis que ele terá quando adulto.

Por isso é essencial levar em conta não apenas a idade, mas também a maturação sexual, pra avaliar a média do tamanho do pênis. Entretanto, pela maturação sexual ser um assunto muito complexo, nesse artigo trataremos apenas da idade e em outra oportunidade nos aprofundaremos na maturação.


A média de tamanho do pênis em crianças adolescentes brasileiros

Aqui estão apresentados os tamanhos do pênis dos brasileiros relacionados com a idade. Um futuro post falará sobre o tamanho do pênis do brasileiro com relação a maturação sexual.

Optamos por apresentar aqui apenas a média geral. Médias são números que mostram onde se concentram os dados da amostra. Podemos considerar que é o tamanho que aparece com mais frequência, ou seja, o tamanho do pênis da maioria dos homens brasileiros.


Idade
Média
0 a 12 meses
4,7 cm
1 ano
5,1 cm
2 anos
5,5 cm
3 anos
6,1 cm
4 anos
6,3 cm
5 anos
6,7 cm
6 anos
6,7 cm
7 anos
6,9 cm
8 anos
7,0 cm
9 anos
7,0 cm
10 anos
7,4 cm
11 anos
7,8 cm
12 anos
8,6 cm
13 anos
10,1 cm
14 anos
11,5 cm
15 anos
12,9 cm
16 anos
13,3 cm
17 anos
14,3 cm
18 anos
14,5 cm

Considerações

Lembre-se que essas medidas são médias. Dentro dessas médias existe mais uma medida chamada de desvio padrão. O desvio padrão, nesse caso, vai representar as medidas máximas e mínimas consideradas dentro do “normal” para cada idade. Existe aqui um post com os valores do desvio padrão do tamanho do pênis para cada idade.

Se quiser saber mais leia também sobre os fatores que determinam o tamanho e a aparência do pênis e como medir o tamanho pênis.


Referência: Gabrich PN, Vasconcelos JS, Damião R, da Silva EA. Penile anthropometry in Brazilian child and adolescent. J Pediatr (Rio J). 2007; 83(5):441-446.


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